Passado, presente e futuro. Nossa vida se resume a isso. Mas eu ainda acho muito e resolvi simplificar a minha.
Passado já foi importante, aprendi muito com ele. Confesso, sinto saudades também, mas ele já se foi e não existe nada que eu possa fazer. O que fica são as lembranças, o respeito e as lições - o resto, é resto.
Futuro é incerto e não existe. Ninguém vive no amanhã, existe um hoje no meio. E ele é o que eu quero viver.
O que realmente vai me importar a partir de agora é o presente. O amar, gostar e desejar serão sentimentos momentâneos. Não vou jurar amor eterno a ninguém (amigos, amores, paixões... todos estão incluídos), ainda acho que o “para sempre” é muito tempo e eu não tenho domínio algum sobre ele.
Não falo isso porque não acredito mais no sentimento verdadeiro entre as pessoas, aquele que levamos com a gente durante toda nossa vida. Acredito sim. E espero que muitos daqueles que amo agora façam esse sentimento existir em todos os “hoje” da minha vida.
Acontece que já me decepcionei muito, já criei muitas expectativas em cima de relações que não me deram retorno algum, só trouxeram mágoas e decepções. Quando vivemos só para o hoje, esquecemos o que pode acontecer - na verdade, não nos importamos com isso.
Desse modo, cada minuto da nossa vida tem valor, cada segundo vale a pena ser vivido. É como se ela fosse uma eterna festa. Você bebe a noite inteira, se acaba na pista de dança, se diverte muito. Esquece completamente a última vez que fez a mesma coisa e teve uma ressaca horrível no dia seguinte. Não quer nem saber o que pode acontecer amanhã e que as chances de você reviver tudo são enormes. Mas você nem liga para isso. O que realmente importa é aproveitar cada momento e fazer o possível para se sentir sempre feliz!
